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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Oscar Schimidt - Biografia

Mão Santa. Esse foi o apelido que Oscar Daniel Bezerra Schmidt, o maior nome do basquete masculino no Brasil, ganhou por seu talento e dedicação ao basquete brasileiro. Reverenciado até mesmo por mestres da NBA (National Basketball Association), Oscar começou sua história no Rio Grande do Norte, Natal, onde nasceu. Ainda pequeno, muda-se junto à família para Brasília, onde participa pela primeira vez de um jogo de basquete aos 13 anos. Com essa idade, o pequeno Oscar Schmidt já media 1,85m  e foi recomendado por seu tio Alonso a treinar no Unidade Vizinhança, clube da cidade. Naquele momento, em que Oscar dava seus primeiros passos em direção a uma carreira de grande sucesso, foi treinado por Zezão.

Na primeira metade dos anos 70 o atleta muda-se para a cidade de São Paulo e começa a jogar no Palmeiras. Após algum tempo, ganha destaque na equipe alviverde e chega a ser convocado para o juvenil da seleção brasileira de basquete. Com facilidade incrível para pontuar, Oscar Schmidt foi eleito em 77 o melhor pivô de sua categoria. Prestes a completar 20 anos, integrou o grupo principal da seleção brasileira e ganhou, junto a seus companheiros, o título de campeão sul-americano. Um ano depois, no mundial realizado nas Filipinas, conquistou a medalha de bronze e, através de Cláudio Mortari, foi jogar no Sírio.
Em 1979, Oscar Schmidt ganhou a Copa William Jones, um dos títulos mais importantes do basquete. No ano seguinte, participou das Olimpíadas de Moscou, em que pontuou 169 vezes e ajudou o Brasil a conquistar o quinto lugar. Em 1982, tornou-se jogador do América (RJ), mas teve uma passagem breve pela equipe. Naquele mesmo ano, disputou o campeonato de basquete italiano atuando pelo Caserta. Na Itália, o atleta ficou pelo período de onze temporadas e conseguiu a marca de dez mil pontos no campeonato nacional.
Em 84, Oscar Schmidt participou novamente das Olimpíadas pelo Brasil, desta vez em Los Angeles. Apesar do bom desempenho do atleta, que marcou o mesmo número de pontos contabilizados em Moscou, a seleção brasileira ficou em nono lugar. Porém, sua atuação fez com que o New Jersey Nets, da NBA, se interessasse pelo atleta. Caso fosse contratado, Oscar não poderia mais jogar pela seleção nacional, então continuou jogando na Itália.
Em 85 Oscar Schmidt venceu o Pan-Americano nos Estados Unidos. Na ocasião, o Brasil venceu os EUA pelo placar de 120 x 115 com uma atuação histórica do atleta e da seleção. Três anos depois, nas Olimpíadas de Seul, Oscar sagra-se cestinha do torneio, mas o Brasil ficou novamente em quinto lugar.
A carreira de Oscar Schmidt continuou deslanchando fora do Brasil com o atleta quebrando recordes e ganhando diversos títulos. Porém, em 95, o jogador volta a atuar em seu país de origem ao ser contratado por uma equipe de São Paulo, na qual conquistou o oitavo título nacional de sua carreira. Um ano depois, Oscar deixa o campeonato paulista para jogar no Rio de Janeiro. Foi contratado pelo Flamengo e virou um ídolo do clube das massas.
Após algum tempo, descontente com a administração do basquete no Brasil, Oscar junta-se a outros grandes ícones do esporte como Magic Paula e Hortência para criar a NLB - Nossa Liga de Basquetebol. Desta forma, organizaram uma competição nacional com estatuto, sede e juízes próprios. Aos 55 anos, Oscar Schmidt foi diagnosticado com um tumor no cérebro e, desde então, luta contra a doença.

FONTE: WWW,INFOESCOLA.COM



segunda-feira, 11 de maio de 2015

MARCAÇÃO INDIVIDUAL E POR ZONA NO BASQUETE





Sistemas de defesa no basquetebol

    O ato de defender envolve alguns princípios fundamentais, como primeiro marcar, antecipando-se aos gestos técnicos dos adversários; cumprir com sua missão específica na marcação; ajudar na marcação de outros jogadores; e deslocar-se em função da movimentação dos adversários e da bola.
    A defesa inicia-se, imediatamente, quando a equipe ofensora perde a posse de bola, o que resulta na transição defensiva, podendo ser subdividida em - defesa temporária - através do prolongamento da transição defensiva, tendo o defensor que retornar à sua quadra em linha reta e o mais rápido possível, na intenção de não predispor vulnerabilidade a sua equipe; a - defesa organizada - que consiste no período em que os jogadores ocupam suas posições específicas no campo defensivo; e, a - defesa em sistema - que se dá logo após a ocupação destas posições específicas de defesa, resultando na realização das ações táticas, na intenção de impedir ou dificultar as movimentações e as finalizações (REIS, 2005).
    No Basquetebol, existem dois tipos básicos de defesa: um, que se baseia na marcação por zona ou por regiões da quadra, onde o jogador responsabiliza-se por uma determinada área do campo de jogo, e, outro que se fundamenta na marcação, específica, de um determinado jogador, denominada de marcação individual. Cada equipe deve preferir uma das duas marcações, dependendo das características da equipe adversária, das suas próprias particularidades e/ou a situação específica de um jogo/competição.
A marcação por zona
    Historicamente a marcação por zona foi criada no ano de 1910, nos Estados Unidos, tendo como principais objetivos dificultar as infiltrações e os rebotes dos oponentes; facilitar os rebotes defensivos; viabilizar os contra-ataques e a volta à defesa; a diminuição do número de faltas e o aproveitamento de jogadores menos rápidos, tendo como principal eficiência o enfrentamento de equipes deficientes nos arremessos de curta e média distâncias, com maus passadores e eficientes nas infiltrações (REIS, 2005). Em contrapartida, exige melhor treinamento de conjunto e comunicação entre os defensores,
    Alguns tipos de marcação por zona podem ser ilustrados, a exemplo da 2x1x2; utilizada quando a equipe ofensora possui jogadores habilidosos no confronto individual, mas que apresenta deficiências nos arremessos de média e longa distâncias.
    Portanto, com a configuração deste tipo de marcação, congestiona-se o garrafão, dificultando as infiltrações, obrigando a equipe adversária a recuar o seu ataque, afastando-se da área restritiva, e a tentar os arremessos de média e longa distâncias dos quais ela tem maiores dificuldades.
    A característica particular desta é que ela é a considerada a “matriz” de todas as outras, onde a partir dela há outras possibilidades de variações. Ilustrando-a, forma-se um desenho no formato do número 5 (cinco) de um dado, conforme a figura a seguir:


Entre as variações, cita-se a marcação por zona 3x2, utilizada quando a equipe defensiva é “eficiente nos rebotes”, com bons e altos pivôs.
    Assim, por subentender-se uma grande possibilidade do adversário ser induzido aos arremessos, e, por consequência ao erro, forma-se uma linha de três defensores na parte superior do garrafão, e outra de dois mais próximos à cesta, auxiliando que a equipe defensiva evada, rapidamente, para o “contra-ataque”, logo após a conquista do rebote defensivo. Conforme modelo a seguir:
 

 
Outro tipo é a zona 2x3, preferida quando a equipe defensiva não possui um rebote tão eficiente como no exemplo anterior, fazendo-se necessário, portanto, a formação inversa a 3x2, através de uma linha de três reboteadores posicionados logo abaixo da cesta, na intenção de garantir o rebote defensivo, e uma segunda linha de dois defensores na região superior do garrafão, impedindo as infiltrações e os arremessos daquela região, bem como viabilizando os contra-ataques, caso a equipe recupere a bola através do rebote defensivo. Conforme modelo a seguir:
 
Um terceiro tipo é a 1x3x1, que deve ser eleita quando se enfrenta uma equipe que atua com dois pivôs (número 5), altos e bons tecnicamente, e que realizam triangulações eficazes, bem como com bons arremessadores de média distância e das laterais do garrafão.
    Para tanto, monta-se uma linha de três marcadores no centro do garrafão e outros dois jogadores isolados; um deles, logo na cabeça e o outro próximo ao aro, com o primeiro intencionando evitar a penetração do armador adversário por esta região, e o segundo, ainda com a finalidade de continuar garantindo o rebote defensivo.
    É justamente esta linha de três marcadores no centro do garrafão que dificultará a referida atuação dos pivôs adversários, que triangulam e trocam de posicionamento constantemente, como também os dois marcadores externos da mesma linha de três, por ficarem alocados fora da área restritiva, possibilitam a marcação dos jogadores que arremessam daquela região. Como exemplo, forma-se um desenho em formato do sinal de + (mais), conforme ilustra a figura a seguir:
 
PARA VER A MATÉRIA NA INTEGRA ACESSE O LINK A CIMA.
 
 
 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

História do Basquete

Utilizei na escola que trabalho. Para iniciar o basquete.

quinta-feira, 18 de março de 2010

BASQUETE PARA CADEIRANTES


Iniciação do Basquete em cadeira de rodas no Brasil.
    O basquetebol em cadeira de rodas chegou ao Brasil no final dos anos 50, através dos atletas Sérgio Del Grande e Robson Sampaio de Almeida.Teve, no Rio de Janeiro, grandes idealizadores e verdadeiros obstinados neste esporte, como JOSÉ GOMES BLANCO(SADEF) e ALDO MICOLLIS(Clubes do OTIMISMO, ANDEF, PARAPLÉGICOS).
   O Brasil tem também seus ATLETAS-DESTAQUE : ADRIANA, que hoje joga nos Estados Unidos e ROBERTO CARLOS, que atuou na Itália , sendo que ambos foram jogadores da seleção Brasileira de Basquetebol em cadeira de rodas.
Atualmente, O Brasil conta com mais de 60 equipes masculina de basquetebol em cadeira de rodas, 6 equipes femininas, sendo que a Instituição denominada ADD ( Associação Desportiva para Deficientes), dirigida pelo Professor STEVEN DUBNER, que no momento é uma das pessoas mais importantes e entusiastas com o progresso deste esporte em nosso País, sendo inclusive, responsável pela formação da primeira equipe de Basquetebol em cadeira de rodas para crianças no Brasil, com a (ADD / Magic Hands); foi Técnico da Seleção Brasileira Masculina.. 
   O Basquetebol em cadeira de rodas, é um dos principais esportes para as pessoas portadoras de deficiência física. Infelizmente, no Torneio Pré-Olímpico realizado na cidade do México, em 1999, o BRASIL perdeu a sua chance de classificar-se para as Paraolimpíadas de SYDNEY , tanto no Masculino como no feminino,tendo perdido ambas classificações para a equipe do México. Nas duas categorias o BRASIL classificou-se em 4º Lugar. Anteriormente, em 1996, em ATLANTA ( EUA) , o BRASIL participou das Paraolimpíadas na categoria Feminino, ficando classificado em 8º lugar.

2.6- A cadeira de Rodas.

    Sempre que possível, é feita sob medida, levando em consideração a limitação física e a característica do jogador quanto ao jogo de basquete. Os atletas que iniciam a prática do basquetebol em Cadeira de rodas devem passar pelo seguintes processos: Preenchimento de uma ficha individual do atleta. Avaliação como médicos, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, preparadores físicos e classificadores funcionais e outros profissionais afins.Trinta minutos antes do início de cada partida, o Árbitro realiza uma avaliação e medição da cadeira de rodas (seating) . 

   Técnicamente,para fins de possibilitar um melhor desempenho desportivo-funcional, é feita uma avaliação, por parte dos profissionais, com o atleta sentado na nova cadeira,onde são acrescentadas faixas de fixação(straps) , para lhes dar maior segurança. São explicados detalhadamente o desenvolvimento do manejo da cadeira; a pegada, propulsão e a freiada (para frente e para traz), giros, inclinação (tilt), etc. 
   É de vital importância a orientação no desenvolvimento dos fundamentos técnicos do basquetebol : diversas variações de dribles, passes, recepção, arremessos, bloqueios, rebotes, corta-luz e falso corta-luz, e muitos outros.    Desenvolvimento dos fundamentos táticos do basquetebol, ofensiva e defensivamente; transição, quadrado, jogadas defensivas e ofensivas, read and react, jogadas em situações específicas. Todos os itens acima são desenvolvidos conforme o planejamento e as avaliações realizadas pela equipe multidisciplinar.

2.7-Regulamento do jogo.

    Como no basquete convencional, o jogo consiste de cinco jogadores em cada time com duração de dois tempos de 20 minutos cada,ou, quatro quartos de 10 minutos, medidos com cronômetro com escala de 30 segundos. No caso de empate no escore,ao final do último quarto,será jogado com uma prorrogação de 05 minutos para o desempate. Em caso de novo empate, tantas prorrogações de 5 minutos quantas forem necessárias.

2.7.1-Regulamento da quadra.
    A quadra regular para o jogo é de tamanho normal, 28.00 m x 15.00 m, usada para competições da I W B F . A quadra deverá ser marcada com linhas divisórias de áreas, linhas para lances livres e linhas para arremesso de 3 pontos, de acordo com o regulamento da FIBA/IWBF. O basquete em cadeira de rodas usa uma cesta padronizada, instalada a 3.05 m de altura, idêntica a cesta usada para o jogo de basquete comum.

2.8-Medidas da cadeira de rodas.
   A cadeira deverá ser dotada de certos requisitos (medidas), no intuito de garantir a segurança e igualdade na competição. A cadeira deverá ter 3 ou 4 rodas; duas rodas grandes localizadas na parte traseira da cadeira e uma ou duas rodas pequenas na parte da frente.
    Atualmente, a Regra permite que uma pequena rodinha seja colocada na parte traseira, para que, em contato com o solo possa dar uma maior segurança ao jogador. 
    Os pneus traseiros deverão ter um diâmetro máximo de 0,66 m, e a roda deverá possuir um aro para o seu manejo (impulsão).
    A altura máxima do assento não pode exceder a 0,53 m do solo e o descanso para os pés não poderá ultrapassar os 0,ll m do solo, com as rodas dianteiras em posição alinhada para movimento para frente. 
    A parte de baixo do descanso para os pés deverá ser desenhada de tal maneira que não danifique a superfície da quadra.O jogador deve usar uma almofada de material flexível sobre o assento da cadeira . 
    A almofada deverá ser da mesma largura e comprimento do assento da cadeira e não pode exceder 0,10 m de espessura, exceto para os jogadores das classes 3.5, 4.0 e 4.5, onde a espessura máxima permitida é de 0,05 m. os jogadores são obrigados a usar cintas e suportes para segurar o corpo na cadeira e cintas para manter as pernas juntas. É permitido o uso de órteses e próteses. 
    A ficha de classificação do jogador deverá indicar o uso de órteses ou próteses, assim como as adaptações para o posicionamento do jogador na cadeira. 
   Não permitidos, pneus pretos, mecanismos de direção, freios ou mecanismos de acionamento na cadeira. Antes do início da partida, o Árbitro fará a vistoria em todas as cadeiras para verificar se estão de acordo com os requisitos do jogo. (RIBAS,p12 , 1986.)


2.9-Pontuação do jogo.

    Como no basquete comum, um arremesso da linha de lance livre conta 1 (um) ponto. 
Um arremesso da área de jogo 2 (dois) pontos. Um arremesso da linha de 3 pontos conta 3 (três)pontos. 


2.10-Regra para iniciar a bola em jogo.

   Para começar cada tempo de jogo será feito um arremesso vertical da bola (bola morta), no circulo central da quadra, um jogador de cada time ficará posicionado frente a frente para tomar posse da bola que será arremessada pelo arbitro da partida. Como ao jogador não é permitido se elevar do assento da cadeira (falta técnica), o jogador com maior estatura terá maior chance de obter a posse da bola. No caso de bola presa ou seja os dois jogadores segurar a bola, é assegurado a cada um dos times a posse para por a bola em jogo em alternadas sucessões, a direção da próxima posse após a bola presa será indicada por uma seta colocada na mesa do apontador ou no placar. Por exemplo: Se após o bola ao alto o time A obtiver a posse de bola, quando da marcação de uma próxima bola presa, esta será resposta de fora para dentro da quadra por um atleta da outra equipe. 


2.11-Violações específicas no Basquetebol em cadeira de rodas

    Violações são infrações cometidas contra as regras, onde o time que comete perde a posse da bola. A devolução será feita pelo time adversário por intermédio de um lançamento de fora para dentro da quadra, no ponto mais perto do local onde foi cometida a violação.

2.12-Violação das linhas divisórias.
    O jogador é considerado fora da quadra quando ele ou alguma parte de sua cadeira estiver em contato com o solo sobre ou fora da linha divisória. A bola é considerada fora, quando a mesma ultrapassar a linha divisória. O causador da bola fora será o ultimo jogador a tocá-la. Entretanto, se um jogador atirar deliberadamente a bola contra seu adversário ou contra sua cadeira e a esta sair da quadra, a mesma será reposta pelo adversário no ponto ais próximo onde ocorreu a violação.

2.13-Violação de percurso.
   O jogador só poderá impulsionar as rodas duas vezes antes de: driblar, passar, ou arremessar a bola. Se o jogador impulsionar as rodas três vezes, incluindo movimentos de pivô, será considerado violação de percurso.A famosa "ANDADA".

2.14-Violação de 3 segundos .
   O jogador não pode permanecer mais que 3 (três) segundos na área restritiva do adversário. A não ser que a bola esteja no ar durante um arremesso para a cesta, durante o rebote ou quando a bola estiver parada. O jogador que permanecer mais de 3 segundos na área restritiva do adversário, receberá uma falta por violação de 3 segundos. Durante o período de bola morta, os três segundos não são contados.

2.15-Violações de 5 ou 10 segundos.
   Um jogador marcado de perto que estiver de posse da bola deverá passá-la, arremessá-la, driblá-la ou rolá-la dentro de cinco segundos. Igualmente, o time deverá movimentar a bola do fundo de seu campo para a frente dentro de dez segundos. Tempo excessivo associados a estas duas situações resulta em violação.

2.16-faltas.
   Faltas são infrações das regras envolvendo contatos pessoais com o oponente ou comportamento ante esportivo. A falta é cobrada contra o ofensor e a penalidade poderá ser tanto a perda de posse da bola, como um arremesso livre ou uma serie de 3 arremessos livres em favor do adversário, dependendo da natureza da falta. A cada jogador só será permitido cometer 5(cinco) faltas durante o jogo,quando este jogo for realizado em dois tempos de vinte minutos. Após a Quinta falta o jogador será automaticamente excluído do jogo. 


2.16.1-Faltas pessoais.

   O Basquete em cadeiras de rodas é um esporte sem contatos físicos. Uma falta pessoal é cobrada contra o jogador que bloquear, segurar, empurrar, carregar ou impedir o progresso de jogo do adversário com seu corpo ou com sua cadeira. Agressão desnecessária também é sancionada como falta pessoal. Para estas faltas a cadeira de rodas é considerada como parte componente do corpo do jogador, o contato não acidental entre cadeiras constitui em falta. Se o jogador que receber a falta estiver no ato de um arremesso e pontuar, a ele será concedido um arremesso livre. Se o arremesso for nas áreas de 2 ou 3 pontos a ele será concedido 2 e/ou 3 arremessos livres respectivamente.

2.16.2-Falta técnica.
   Uma falta técnica será cobrada sempre que um jogador demonstrar deliberadamente conduta anti-desportiva; quando um jogador elevar-se do assento da cadeira ou quando um jogador remover os pés do descanso de pé ou usar outra parte do corpo que não as mãos, para obter vantagens, tais como frear ou manobrar a cadeira. A cobrança para a falta técnica é de 2 (dois) arremessos livres concedidos ao adversário. O capitão do time cobrador da falta designará o jogador que executará os arremessos.



2.16.3-Falta antidesportiva.

    É aquela que é aplicada contra o atleta que a houver cometido intencionalmente. É quando o atleta despreza a bola e faz contato físico deliberado com o seu oponente ou sua cadeira. Anteriormente era mais conhecida como Falta Intencional.

2.17-Classificação funcional: A pontuação de cada atleta varia de 1.0, 1.5, 2.0, 2.5, 3.0, 3.5, 4.0 e 4.5 pontos, sendo que o ponto 1.0 são jogadores que normalmente apresentam uma lesão alta, podendo comprometer o seu equilíbrio de tronco e os seus membros superiores; o ponto 4.5 pode ser, por exemplo, aquele atleta que apresenta uma amputação do membro inferior (abaixo do joelho) lesão baixa. (www.add.com.br)
2.18-Técnicas de manejo em Cadeiras de Rodas.

    Durante a 1ª fase de ativação do futuro usuário de cadeira de rodas , o aprendizado e treinamento do manejo de cadeira de rodas representam uma função terapêutica importantíssima .Este aprendizado contribuirá para uma maior autonomia da pessoa . 

   Nesta fase , as técnicas de manejo , transferência e condicionamento físico básico são ministradas Por um fisioterapeuta, as demais , com aperfeiçoamento das técnicas de manejo ,aprimoramento da condição física geral , iniciação desportiva e vivências de dinâmicas De grupo visando a reinserção social e melhor equilíbrio emocional . 
   O treinamento de manejo de cadeira de rodas conduz não apenas ao aprendizado e ao aperfeiçoamento de suas técnicas , mas também a ativação do sistema cardiovascular .
   O treinamento do manejo de cadeira de rodas engloba outros aspectos:
Formas diversas de locomoção .
1- As transferências de cadeira de rodas para uma cama , uma cadeira ou para um assento de carro .
2- O manejo de cadeira de rodas em pisos acidentados e nas ruas .
3- A locomoção mis veloz e mais resistente .

Fase preparatória: tem por finalidade o posicionamento dos braços e das mãos para que se possa efetuar a propulsão de maneira econômica , eficaz e segura .Sua maior característica se baseia nos movimentos de flexão dos cotovelos com o direcionamneto dos braços para traz .
Pegadas: o apoio das mãos nas rodas é feito principalmente com a região tênar das mãos ,região média , polegar e ponta dos dedos .

2.19-Sugestão de Educativos.

Segundo NETTO E GONZALES (1996).

-Quicar a bola ao chão, ao lado , um pouco mais à frente da cadeira, ora com uma mão, ora com outra mão.
-Em coluna , os atletas deslocam-se na quadra , cada um com uma bola ;
-Andar na quadra , em linha reta na cadeira de rodas .
-Andar na cadeira de rodas com velocidade, ficar com as duas mãos e depois com uma alternadamente ;
-Fazer movimentos de reversão para um lado e para o outro , até realizar o pivô;
-Exercícios envolvendo destreza por entre os obstáculos;
-Trabalho específico de habilidade com a bola na cadeira de rodas : recepção , arremessos parados , em movimento , passes longos , recepção com uma só mão , passe c0om uma só mão parado e em movimento e, após desviando-se dos obstáculos;
-Trabalhos de arremessos à cesta , parado e em deslocamento ;
-Com a cadeira em movimento , comprimir a bola contra os raios da roda , eixar a bola girar junto com a roda, segurando-a com leve pressão e trazendo-a para si.

ARTIGO RETIRADO DO SITE CDOF

terça-feira, 16 de março de 2010

BASQUETE PARA TATY

QUERIDA NÃO CONSEGUI ENVIAR POR EMAIL, VE SE DA PRA VC APROVEITAR ALGO.
BJS

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